GRUPO A
África do Sul
México
Uruguai
França
OBS: O grupo A é o mais equilibrado da Copa. Composto por duas seleções campeãs mundiais (Uruguai e França), mas que não vivem um bom momento. França e Uruguai se classificaram na repescagem para o mundial. México, apesar de não ter tradição em copas, sempre forma bons times. A África do Sul, além de jogar em casa, ser a dona da copa, tem uma boa seleção. Esse é o chamado Grupo da Morte da copa de 2010. Na minha opinião, não tem favoritos.
GRUPO B
Argentina
Nigéria
Coréia do Sul
Grécia
OBS: Argentina e Nigéria são as seleções favoritas a conquistarem as duas vagas para as oitavas de final da copa no grupo B. A Grécia vai correr por fora e pode conseguir algo. Já a Coréia do Sul, se passar para a próxima fase, será considerada uma das zebras da competição.
GRUPO C
Inglaterra
Estados Unidos
Argélia
Eslovênia
OBS: A Seleção Inglesa é a grande favorita do grupo. Provavelmente não terá dificuldades para passar de fase em 1º lugar do grupo C. A segunda vaga será bem disputada, mas com um pouco de favoritismo para os Estados Unidos.
GRUPO D
Alemanha
Austrália
Sérvia
Gana
OBS: Como sempre entra em copas do mundo como uma das favoritas, a Alemanha deverá ficar com o 1º lugar do grupo D. A disputa pela segunda vaga será entre Gana e Sérvia. A Austrália, se conseguir alguma vitória será uma grande surpresa.
GRUPO E
Holanda
Dinamarca
Japão
Camarões
OBS: Considero o grupo E o segundo mais equilibrado da copa, perdendo apenas para o A. Holanda é a favorita, porém não terá vida fácil contra seus adversários. Dinamarca, Japão e Camarões farão grandes jogos nessa primeira fase. Acredito que a Dinamarca tem uma seleção mais técnicas do que Japão e Camarões. No entanto, não seria surpresa se os asiáticos e os africanos conquistassem uma das vaga.
GRUPO F
Itália
Nova Zelândia
Paraguai
Eslováquia
OBS: Não precisa entender muito de futebol para dizer que a seleção Italiana é a grande favorita do grupo F. Paraguai deverá ficar com a segunda vaga, pois está credenciado por causa da boa campanha que fez nas eliminatórias para a Copa. Eslováquia pode surpreender. Já a Nova Zelândia, se conseguir uma vitória, será uma surpresa.
GRUPO G
Brasil
Coréia do Norte
Costa do Marfim
Portugal
OBS: A única seleção pentacampeã do mundo, apesar de ser a grande favorita, não terá vida fácil no grupo G. Mas como o Brasil já entra na competição como uma das mais cotadas a levantar a taça, deve conquistar o 1º lugar. A Costa do Marfim e Portugal são seleções consideradas fortes, apesar da pouca tradição em copas. Ambas vão disputar a segunda vaga. Os europeus, depois da saída de Felipão, perderam o prestígio e não passam de um time mediano. Os africanos fizeram uma grande campanha nas eliminatórias do continente, ficando em 2º lugar. Acredito que a Coreia do Norte vai sofrer muito nesse grupo.
GRUPO H
Espanha
Suíça
Honduras
Chile
OBS: As seleções espanhola e suíça deverão ficar com as duas vagas do grupo H. A primeira foi a cabeça de chave, e, provavelmente, conquista uma vaga. A segunda deverá ficar com a outra. O Chile pode surpreender nesse grupo, mas não está cotado a passar de fase. Honduras, se conseguir uma única vitória, já pode sair da copa feliz.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Em defesa do Campeonato do Nordeste
Mandei, na última terça-feira, o texto "Nordeste Independente", postado nesta página, para um dos blogs mais acessados do estado do Ceará, o Gol (Jornal o Povo). A matéria trata dos beneficios que o decadente futebol nordestino poderia ter com a volta do extinto Campeonato do Nordeste. Mais de 30 comentários foram registrados por internautas no blog cearense, entre eles, do Leitor Filipe Pinto Veras. Achei as colocações do internauta pertinetes em relação a competição regional.
Link do blog gol: http://blog.opovo.com.br/gol/
Comentário do internauta sem alteração.
Felizmente vejo que não sou um defensor solitário pela reinstituição do Campeonato do Nordeste. Diferentemente das regiões Sul\Sudeste, os campeonatos estaduais nordestinos somente trazem malefícios\prejuízos ao nosso futebol, senão vejamos; os grandes clubes da capital, que são quem sustetam os estaduais, diante de adversários pouco expressivos, e, consequentemente, com valores ínfimos em arrecadação, acabam por não formar times fortes e competitivos para os certames regionais, comprometendo o planejamento a longo prazo dessas equipes. Terminados os estaduais, começam os campeonatos brasileiros (séries A,B, C,D), com um nível muito superior aos estaduais, e as grandes equipes das capitais nordestinas têm que remformular quase todo o elenco, gastando verba indevidamente para formar times desentrosados,vindo quase sempre a frequentar por todo o campeonato brasileiro a zona do rebaixamento (Nautico, na Serie A deste ano; Fortaleza e ABC, na série B; Santa Cruz na série D, sao exemplos típicos); Ademais, com todo respeito as equipes do inteior do estado, estas não possuem torcida expressiva. geralmente, o torcedor do itapipoca, do limoeiro, é torcedor, na verdade, de um time da capital. Sem falar, nos times do inteiror montados pelas prefeituras para a disputa dos estaduais, financiados com dinheiro público, que deveria estar sendo gasto, não em futebol, mas em áreas mais urgentes, como saúde e etc.devemos citar ainda a desorganização por parte das federações nordestinas que criam regulamentos malucos, com dois ou tres jogos por semana para cada equipe, encurralando as datas dos times que disputam a Copa do Brasil.Cito por exemplo o campeonato cearense de 2010 que terá 12 times. acreditem, DOZE times.
Você torcedor do ceará e fortaleza prepare-se, devido a copa do brasil, a ter que ver 5 jogos do seu clube em 12 dias, como ocorreu este ano com o ceara no segundo turno do campeonato cearense deste ano. Os que criticam o fim dos estaduais, alegam que muitos times do interior deixariam de existir. Esse argumento é falso. É verdade que os times criados por prefeitura para divulgar o nome da cidade, e utilizados pelo prefeito da cidade para angariar votos nas eleiçoes, teriam mais dificuldadec para sobreviver, mas se a população local, realmente, se interessar pelo time de sua cidade, certamente adotará um planejamento adequado que viabilizará a participação dessa equipe em umas das divisões do nordestão. Tome-se o Icasa como exemplo.O futebol evoluiu. Aqueles que não se adequarem ao novo modelo de profissionalismo adotado pelas grandes equipes estarão sempre nas divisões inferiores. Os clubes nordetinos têm torcida apaixonada. Esse é o nosso grande trunfo. O trunfo qua aliado a organização, nos fará dentro de alguns anos a brigar por títulos expressivos. para isso, urge que se acabem com os campeonatos estaduais no nordeste e que se reative o nordestao, com mais de uma divisão para não acabarmos com os times de menos expressão. Nossos estados, com excessão da Bahia, são pequenos em extensão.
Os times com pouco poder aquisitivo, com pouca dificuldade, poderiam se deslocar para se enfretarem. Por isso ha viabilidade de haver mais de uma divisão no nordestao. A rivalidade regional estaria fomentada. os grandes clubes do nordeste adotariam um planejamento a longo prazo. os clássicos regionais fomentariam a formação de um grande elenco desde o começo do ano. Terminado o nordestao, as grandes equipes entrariam no campenato brasileiro com times expressivos, entrosados, organizados. O torcedor com o calendário anual repleto de grandes jogos se estimularia a aderir aos programas de socio torcedor, que na minha opinião é a salvaçao de nosso futebol, devido a nossa torcida apaixonada, ou alguem tem duvida que ceara, fortaleza, bahia, sport, santa cruz, vitoria teriam menos de 20 mil socios torcedores. Algo que no Sul do pais ja é realidade e com times de torcidas muito menor que as dos nossos times. As Federaçoes estaduais desorganizadas sao as grandes impecilios a essa transformação. Os dirigentes dos clubes do interior, dificilmente, aceitarão tal modificação. entao, os presidentes e dirigentes das federaçoes estaduais, para continuarem suas olegarquias, dificilmente cederão a essas mudanças. Mas nossa torcida é poderosa. tem força. é nosso principal trunfo. Façamos pressão. e comentando aqui ja é o primeiro passo…
abraço
Filipe Pinto Veras
Link do blog gol: http://blog.opovo.com.br/gol/
Comentário do internauta sem alteração.
Felizmente vejo que não sou um defensor solitário pela reinstituição do Campeonato do Nordeste. Diferentemente das regiões Sul\Sudeste, os campeonatos estaduais nordestinos somente trazem malefícios\prejuízos ao nosso futebol, senão vejamos; os grandes clubes da capital, que são quem sustetam os estaduais, diante de adversários pouco expressivos, e, consequentemente, com valores ínfimos em arrecadação, acabam por não formar times fortes e competitivos para os certames regionais, comprometendo o planejamento a longo prazo dessas equipes. Terminados os estaduais, começam os campeonatos brasileiros (séries A,B, C,D), com um nível muito superior aos estaduais, e as grandes equipes das capitais nordestinas têm que remformular quase todo o elenco, gastando verba indevidamente para formar times desentrosados,vindo quase sempre a frequentar por todo o campeonato brasileiro a zona do rebaixamento (Nautico, na Serie A deste ano; Fortaleza e ABC, na série B; Santa Cruz na série D, sao exemplos típicos); Ademais, com todo respeito as equipes do inteior do estado, estas não possuem torcida expressiva. geralmente, o torcedor do itapipoca, do limoeiro, é torcedor, na verdade, de um time da capital. Sem falar, nos times do inteiror montados pelas prefeituras para a disputa dos estaduais, financiados com dinheiro público, que deveria estar sendo gasto, não em futebol, mas em áreas mais urgentes, como saúde e etc.devemos citar ainda a desorganização por parte das federações nordestinas que criam regulamentos malucos, com dois ou tres jogos por semana para cada equipe, encurralando as datas dos times que disputam a Copa do Brasil.Cito por exemplo o campeonato cearense de 2010 que terá 12 times. acreditem, DOZE times.
Você torcedor do ceará e fortaleza prepare-se, devido a copa do brasil, a ter que ver 5 jogos do seu clube em 12 dias, como ocorreu este ano com o ceara no segundo turno do campeonato cearense deste ano. Os que criticam o fim dos estaduais, alegam que muitos times do interior deixariam de existir. Esse argumento é falso. É verdade que os times criados por prefeitura para divulgar o nome da cidade, e utilizados pelo prefeito da cidade para angariar votos nas eleiçoes, teriam mais dificuldadec para sobreviver, mas se a população local, realmente, se interessar pelo time de sua cidade, certamente adotará um planejamento adequado que viabilizará a participação dessa equipe em umas das divisões do nordestão. Tome-se o Icasa como exemplo.O futebol evoluiu. Aqueles que não se adequarem ao novo modelo de profissionalismo adotado pelas grandes equipes estarão sempre nas divisões inferiores. Os clubes nordetinos têm torcida apaixonada. Esse é o nosso grande trunfo. O trunfo qua aliado a organização, nos fará dentro de alguns anos a brigar por títulos expressivos. para isso, urge que se acabem com os campeonatos estaduais no nordeste e que se reative o nordestao, com mais de uma divisão para não acabarmos com os times de menos expressão. Nossos estados, com excessão da Bahia, são pequenos em extensão.
Os times com pouco poder aquisitivo, com pouca dificuldade, poderiam se deslocar para se enfretarem. Por isso ha viabilidade de haver mais de uma divisão no nordestao. A rivalidade regional estaria fomentada. os grandes clubes do nordeste adotariam um planejamento a longo prazo. os clássicos regionais fomentariam a formação de um grande elenco desde o começo do ano. Terminado o nordestao, as grandes equipes entrariam no campenato brasileiro com times expressivos, entrosados, organizados. O torcedor com o calendário anual repleto de grandes jogos se estimularia a aderir aos programas de socio torcedor, que na minha opinião é a salvaçao de nosso futebol, devido a nossa torcida apaixonada, ou alguem tem duvida que ceara, fortaleza, bahia, sport, santa cruz, vitoria teriam menos de 20 mil socios torcedores. Algo que no Sul do pais ja é realidade e com times de torcidas muito menor que as dos nossos times. As Federaçoes estaduais desorganizadas sao as grandes impecilios a essa transformação. Os dirigentes dos clubes do interior, dificilmente, aceitarão tal modificação. entao, os presidentes e dirigentes das federaçoes estaduais, para continuarem suas olegarquias, dificilmente cederão a essas mudanças. Mas nossa torcida é poderosa. tem força. é nosso principal trunfo. Façamos pressão. e comentando aqui ja é o primeiro passo…
abraço
Filipe Pinto Veras
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Interior com estádios desestruturados
A falta de estrutura de boa parte dos estádios dos clubes do Interior do Estado é nítida quando observamos as imagens pela TV de algum jogo do Campeonato Pernambucano. A dimensão do campo e a capacidade são pequenas, os gramados são irregulares e os vestiários ruins. A maioria dos estádios recebe no máximo cinco mil pessoas, com exceção do Gigante do Agreste (12 mil), em Garanhuns; Luiz Lacerda (20 mil), em Caruaru, e o Carneirão (10 mil), em Vitória de Santo Antão. A pouca capacidade faz as arenas ficarem superlotadas com facilidade e tira um pouco do brilho dos espetáculos, sem falar do desconforto do público que vai assistir as partidas.Esse problema poderia ser resolvido através de um incentivo do Governo do Estado com a criação de um financiamento para que os clubes do interior reformassem e aumentassem seus estádios. Na década de 80, o então governador Marco Maciel, a partir da compra de um terreno no bairro do Indiano, em Garanhuns, iniciou a construção do Gigante do Agreste (foto), com um financiamento vindo do antigo Bandepe. Boa parte do campo do Sete de Setembro foi construída com o dinheiro do empréstimo.
A iniciativa poderia fazer com que os clubes iterioranos construíssem poços com alta capacidade de abastecimento de água para melhorar a qualidade dos gramados. A solicitação de um projeto como esse poderia ser feita pelos municípios onde as arenas são localizadas ou até mesmo pela Federação Pernambucana de Futebol (FPF). Ideias de como melhorar o futebol local são inúmeras, porém falta iniciativa de nossas autoridades.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Nordeste Independente
Já que existe no sul esse conceitoQue o Nordeste é ruim seco e ingrato
Já que existe a separação de fato
É preciso torná-la de direito
Quando um dia qualquer isso for feito
Todos dois vão lucrar imensamente
Começando uma vida diferente
De que agente até hoje tem vivido
Imagina o Brasil ser dividido
E o Nordeste ficar independente
O belíssimo verso tirado da música de Bráulio Tavares e Ivanildo Vila Nova - Nordeste Independente - na vida real não passa de uma utopia. A obra retrata a revolta em relação ao preconceito sulista. O descaso, a exclusão e da falta de oportunidade que as pessoas que nasceram ou que vivem na parte de cima do mapa brasileiro vivem. A música mostra a vontade ter o Nordeste separado do Restante do país. Apesar de utópica, a composição da dupla pode servir como reflexão para o momento que o futebol nordestino vem atravessando no cenário nacional. Ela faz a gente refletir e parar para pensar que o futebol nordestino precisa ser reformulado. Isso porque estamos vivendo um dos mais difíceis momentos da história dos nossos clubes. A queda de divisão de times tradicionais como Sport, Náutico, Fortaleza e entre outros times mostra a necessidade de mudanças.
A fragilidade de nossos clubes é uma consequência direta do deficiente campeonato estadual que acontece nos nove estados nordestinos. O Campeonato Pernambucano, que há décadas é dominado por apenas pelos três clubes da capital e marcado pela falta de estrutura da maioria dos times interioranos. É o reflexo da mesmice do Campeonato Baiano, que vive apenas de Bahia e Vitória. Do fraco certame Cearense, entre Fortaleza e Ceará. Da competição pouco atrativa que acontece nos estados de Alagoas, Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Norte, e que levam torcedores a acompanhar o Campeonato que é transmitido pela TV em rede nacional.
Essa queda de nosso clubes parece chamar ainda mais a atenção para o caminho errado que estamos tomando em relação ao futuro. Os tempos mudaram. Estamos perdendo dinheiro e o pouco de prestígio que tínhamos. Por causa de um calendário imposto pela CBF, acabamos com a única competição regional que havia dado certo no Brasil. O Campeonato do Nordeste precisa retornar. Mesmo que fique no lugar dos tradicionais, mas falidos estaduais. Essa competição precisa ser bem pensada antes que fique muito tarde.
A criação do Nordestão não iria acabar com o futebol do interior como muitos alegam, pois os estados nordestinos, em sua maioria, são pequenos territorialmente e a competição poderia ser feita com duas ou três divisões sem muito gasto para os clubes com menor poder aquisitivo. As vagas na Copa do Brasil seriam ocupadas de acordo com a classificação dos clubes no Campeonato do Nordeste. Fora que iríamos aumentar a qualidade de nosso jogos, movimentar o mercado de jogadores e a rivalidade estadual iria continuar, pois os times do mesmo estado continuariam se enfrentando. É hora de mudar.
domingo, 27 de setembro de 2009
Ser jornalista é...

...desagradar a gregos e troianos.
Palmeirenses e corintianos.
Cariocas e paulistas.
Nortistas e sulistas.
Católicos e evangélicos.
Árabes e judeus.
São-paulinos e santistas.
Petistas e tucanos.
Lulistas e serristas.
Tricolores e rubronegros.
Gremistas e colorados.
Ser jornalista é não querer agradar ninguém.
Os do Galo e os do Cruzeiro.
Ser jornalista é ser solitário.
Ser jornalista é ser oposição, porque o resto é armazém de secos e molhados, como já ensinou mestre Millôr Fernandes.
Que ensinou, também: "Quem se curva diante dos poderosos, mostra o traseiro aos oprimidos".
Ser jornalista é discutir tudo, até, e, hoje em dia, principalmente, sentenças judiciais, tamanhos são os absurdos.
Ser jornalista é não querer agradar ninguém e não se curvar ao dinheirismo.
Ser jornalista é querer melhorar a esquina de sua rua, sua cidade, seu país, o mundo!
Profissãozinha desgraçada, hein?
Palmeirenses e corintianos.
Cariocas e paulistas.
Nortistas e sulistas.
Católicos e evangélicos.
Árabes e judeus.
São-paulinos e santistas.
Petistas e tucanos.
Lulistas e serristas.
Tricolores e rubronegros.
Gremistas e colorados.
Ser jornalista é não querer agradar ninguém.
Os do Galo e os do Cruzeiro.
Ser jornalista é ser solitário.
Ser jornalista é ser oposição, porque o resto é armazém de secos e molhados, como já ensinou mestre Millôr Fernandes.
Que ensinou, também: "Quem se curva diante dos poderosos, mostra o traseiro aos oprimidos".
Ser jornalista é discutir tudo, até, e, hoje em dia, principalmente, sentenças judiciais, tamanhos são os absurdos.
Ser jornalista é não querer agradar ninguém e não se curvar ao dinheirismo.
Ser jornalista é querer melhorar a esquina de sua rua, sua cidade, seu país, o mundo!
Profissãozinha desgraçada, hein?
Juca Kfouri
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Olinda vai ter time no Pernambucano de 2010
O Olinda Futebol Clube, fundado em 15/11/2007, tem como cores o azul claro e o laranja, tem seu estatuto definido, diretores constituídos e é presidido pelo prefeito da cidade, Renildo Calheiros, eleito em assembleia no conselho deliberativo do clube. Segundo Calheiros, o Olinda já tem vários sócios "com carnê (de mensalidade) e tudo", e deverá ser criada em outubro uma campanha de sócios.O novo estádio de Olinda (ainda sem nome) já passou pelo processo de terraplenagem e começará a ser erguido dentro de 15 dias, no bairro de Rio Doce. O estádio será municipal, e os recursos da construção são do Ministério dos Esportes; o ministro Orlando Silva, aliás, irá visitar as obras em 18 de outubro. A construção será finalizada no primeiro semestre de 2010. Enquanto a obra não termina, o Olinda deverá ter como mando de campo o Olindão, estádio que passou por um processo de reforma e estará sendo finalizado em breve.
A principal competição que o Olinda tem em vista é a Série A2 do Campeonato Pernambucano em 2010, que começará no fim do primeiro semestre. Mas o time entrará em atividade em breve, comandado por Nereu, para a disputa do Campeonato Municipal de Olinda, e fará vários jogos amistosos, segundo o presidente-prefeito. "Vamos montar o time com jogadores jovens e colocar para jogar, para desenvolvê-los e dar conjunto ao time, para depois fazermos nossa seleção com os jogadores mais talentosos. O time não vai ficar parado. Já conversamos sobre ele com vários clubes, para fazer jogos."
O clube pretende, em breve, lançar as camisas, lançar o site (onde a mascote será escolhida, em votação). "Queremos virar outubro com tudo funcionando", disse Calheiros. Quanto às cores do time, azul e laranja, ele comentou que se clareou o azul e se escureceu o amarelo da bandeira da cidade. "Surgiu um grande time valorizando o azul!".
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Os nortistas e nordestinos esquecidos
Pobres clubes do Norte e Nordeste do Brasil. Até mesmo no futebol parece que o país esquece as duas regiões. O nosso presidente, ele mesmo, o pernambucano Lula, que diz ser torcedor do Corinthians, parece não observar como os grandes times nortistas estão mergulhados em uma crise. A preocupação dele com a mudança do calendário do Campeonato Brasileiro veio porque o time de Lula perdeu alguns jogadores para clubes europeus, depois de ser Campeão Paulista e da Copa do Brasil. Realmente um problema que o futebol brasileiro sofre há anos. Mas será que alguém está lembrado da situação que se encontra os tradicionais Clube do Remo do Pará, ou do Santa Cruz Futebol Clube? Não, acho que não.
O Remo, que tem uma imensa torcida no Estado do Pará, não conseguiu nem participar da 4ª divisão do Campeonato Brasileiro. O clube vive de alguns amistosos com equipes regionais. A situação do Santa Cruz, dono de uma torcida apaixonada, não é diferente. O Tricolor Pernambucano foi desclassificado na primeira fase da 4ªdivisão do nacional e vai ficar parado até o ano que vem. Mas alguém chora por esses clubes, com exceção de seus torcedores apaixonados? Não. Ainda na região Norte, o Payssandu Sport Club, Bicampeão Brasileiro da Série B (1991 e 2001) e Campeão da Copa dos Campeões (2002) amarga uma 3ª divisão do Campeonato Brasileiro.
Clubes tradicionais que parecem esquecidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), pela TV, que paga milhões para times que fazem parte do Clube dos 13, e exclui o restante. Como esquecer do Bahia Esporte Clube, Campeão da Taça Brasil (1959) e Campeão Brasileiro da Série A (1988), que um dia pôde dizer que era dono do Brasil, hoje, faz uma campanha de manutenção na 2ª divisão. E a situação do Ceará Sporting Club e o Fortaleza Esporte Clube, tradicionais times do Nordeste. O primeiro não consegue fazer uma campanha de acesso à elite do futebol nacional. Há décadas joga como figurante da série B. Nem sobe e nem desce. O segundo conseguiu jogar alguns anos na 1ª divisão, mas logo caiu.
O Remo, que tem uma imensa torcida no Estado do Pará, não conseguiu nem participar da 4ª divisão do Campeonato Brasileiro. O clube vive de alguns amistosos com equipes regionais. A situação do Santa Cruz, dono de uma torcida apaixonada, não é diferente. O Tricolor Pernambucano foi desclassificado na primeira fase da 4ªdivisão do nacional e vai ficar parado até o ano que vem. Mas alguém chora por esses clubes, com exceção de seus torcedores apaixonados? Não. Ainda na região Norte, o Payssandu Sport Club, Bicampeão Brasileiro da Série B (1991 e 2001) e Campeão da Copa dos Campeões (2002) amarga uma 3ª divisão do Campeonato Brasileiro.
Clubes tradicionais que parecem esquecidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), pela TV, que paga milhões para times que fazem parte do Clube dos 13, e exclui o restante. Como esquecer do Bahia Esporte Clube, Campeão da Taça Brasil (1959) e Campeão Brasileiro da Série A (1988), que um dia pôde dizer que era dono do Brasil, hoje, faz uma campanha de manutenção na 2ª divisão. E a situação do Ceará Sporting Club e o Fortaleza Esporte Clube, tradicionais times do Nordeste. O primeiro não consegue fazer uma campanha de acesso à elite do futebol nacional. Há décadas joga como figurante da série B. Nem sobe e nem desce. O segundo conseguiu jogar alguns anos na 1ª divisão, mas logo caiu.
Os times que ainda aparecem no cenário nacional são aqueles que estão na série A. O Clube Náutico Capibaribe e o Sport Clube do Recife amargam a zona de rebaixamento. O Rubro-Negro, para piorar, é o lanterna da competição. Apenas o Esporte Clube Vitória, se o torneio terminasse hoje seria o único representante do Norte e Nordeste na elite do futebol brasileiro.
sábado, 8 de agosto de 2009
Da surpresa à decepção

Do sucesso ao fundo do poço. Um elenco surpreendente com vitórias inesquecíveis, mas também com derrotas vergonhosas. A história de parte do elenco do time do Sport pode ser contada dessa forma. No comando de Nelsinho Baptista, o Rubro-Negro foi campeão Pernambucano de 2008, e se consagrou nacionalmente com a conquista da Copa do Brasil de 2008, que proporcionou a vaga na Copa Libertadores da América 2009. Um time de guerreiros. O orgulho dos que admiram o futebol nordestino. Na Libertadores, o Leão simplesmente se classificou como líder do grupo considerado o mais difícil da competição Sul-americana, na 1ª fase. Os pernambucanos venceram o time da LDU-Equador, na época atual campeão do torneio, nas duas vezes que jogou (Recife 2x0/ Equador 3x2). Desbancou o ColoColo-Chile, na casa do adversário e na Ilha do Retiro (Chile 2x1/ Recife 2x1).
O Sport, na primeira fase da Libertadores, só não conseguiu vencer o Palmeiras, quarto time do grupo. Os Paulistas venceram os pernambucanos na Ilha do Retiro (2x0), e empataram o segundo jogo no Palestra Itália (1x1). No entanto, as vitórias sobre LDU e ColoColo renderam para o Leão o 1º lugar do grupo. O Rubro-Negro termina a fase inicial da competição cheio de moral. Mas, por azar do destino, o Sport acaba enfrentando com a combinação de resultados do grupos o Palmeiras, justamente, a equipe que o Leão não havia tido sucesso nos duelos da 1ª fase da competição. Com uma derrota por 1x0, em São Paulo, e uma vitória também por 1x0, na Ilha do Retiro, o Sport encerra sua participação na Libertadores perdendo para o Palmeiras nos pênaltis.
A eliminação do torneio sul-americano parecia não sair da cabeça dos jogadores do Leão. O resultado foi derrotas no Campeonato Brasileiro. Com isso, o treinador Nelsinho Baptista entra em atrito com diretores do clube e com jogadores do Sport. Sem estímulo, o comandante sai do time da Ilha do Retiro. Para o lugar dele, contratado um ídolo da torcida até então. Emerson Leão chega ao Sport com o objetivo de acertar algumas contas pendentes que o clube tinha com ele, tirá-lo da zona do rebaixamento do Brasileirão e colocá-lo nas primeiras posições. Os resultados não vieram, o time continuou na zona da degola. Os maus resultados, juntamente com a arrogância de Leão, fizeram a diretoria do clube demiti-lo.
O sport fica mais uma vez sem treinador. O interino Levi Gomes assume mais uma vezo time. Os resultados são seis jogos no total, com dois empates, e quatro derrotas. A última delas, para o Fluminense por 5x1, no Maracanã, e o Leão assume a lanterna da competição nacional. O treinador que havia sido contratado há uma semana, Péricles Chamusca, que veio do Japão, assistiu a partida. Pa ra piorar, depois da goleada para o Fluminense, revelações feitas por jogadores sobre a insatisfação em relação à diretoria do clube. Uma verdadeiro vendaval atinge a Ilha do Retiro. Agora, Chamusca é a esperança da torcida rubro-negra. A pergunta fica. Será que ele vai fazer milagre, descobrir o problema do elenco e evitar o rebaixamento do Sport? Parece ser uma tarefa complicada.
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Será que o atual time é muito diferente do Campeão da Copa do Brasil e do que fez uma boa campanha na Libertadores da América? Na minha opinião, não. Observe.
Será que o atual time é muito diferente do Campeão da Copa do Brasil e do que fez uma boa campanha na Libertadores da América? Na minha opinião, não. Observe.
Copa do Brasil 2008 (time do jogo final contra o Corinthians-Ilha do Retiro)
Esquema: 4x4x2
Magrão
Diogo
Durval
Igor
Dutra
Daniel Paulista
Sandro Goiano
Luciano Henrique
Kássio
Carlinhos Bala
Leandro Machado
Jogadores importantes na competição: Luizinho Neto, Roger e Romerito
Libertadores da América (time base da competição)
Esquema: 3x5x2
Magrão
Igor
Cézar
Durval
Moacir
Hamilton
Daniel Paulista (Sandro Goiano)
Dutra
Paulo Baier (Luciano Henrique/ Fumagalli)
Wilson
Ciro
Campeonato Brasileiro 2009
Esquema 3x5x2
Magrão
Igor
Cézar
Durval
Elder Granja (Moacir)
Hamilton
Sandro Goiano
Dutra
Fabiano (Luciano Henrique/ Fumagalli)
Ciro
Wilson (Vandinho/ Guto)
Fabiano (Luciano Henrique/ Fumagalli)
Ciro
Wilson (Vandinho/ Guto)
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Um futebol deficiente
Faz muito tempo que não vejo um jogador diferenciado despontar no futebol de Pernambuco. Na minha opinião, o último atleta consagrado que iniciou carreira em um clube aqui do Estado foi revelado pelo Porto de Caruaru. O meia Araújo fez grandes apresentações nos times onde passou (Goiás e Cruzeiro). É impressionante como os grandes clubes da Capital - Sport, Náutico e Santa Cruz - investem muito pouco nas divisões de base. Rubro-Negro e Alvirrubros, apesar de estarem jogando na elite do futebol nacional, ainda estão engatinhando na formação de jogadores. No Santa Cruz é pior ainda. Equipes de baixo praticamente não existem no Tricolor.
Essa falta de estrutura está sendo refletida nos resultados dentro de campo. Náutico e Sport estão atolados na zonda de rebaixamento do brasileiro. Ambos dependem de boas contratações para tirarem o pé da lama, porque não possuem uma boa divisão de base. O timbu e o Leão simplesmente sofrem com jogadores no elenco considerados velhos para o futebol, ou tecnicamente desqualificados, com raras exceções. Já a Cobra Coral cata jogadores da região para tentar montar um time competitivo para uma série D do Brasileiro. A pergunta fica no ar, até quando vamos importar atletas rejeitados pelos clubes das regiões Sul e Sudeste do país, e começarmos a montar equipes com jogadores revelados aqui?
Observe os jogadores de Náutico e Sport. Poucos são das divisões de base.
NÁUTICO
Goleiro
Eduardo (32 anos) - veio do América-RJ
Glédson (26 anos) - veio do Santa Cruz-RS
Zagueiro
Asprilla (28 anos) - veio do Figueirense
Gladstone (24 anos) - veio do Palmeiras
Galiardo (24 anos) - veio do São Caetano
Negretti (24 anos) - veio do Oeste de Itápolis-SP
Vagner (26 anos) - veio do Botafogo-RJ
Laterais Direito
Patrick (26 anos) - veio do Brasiliense.
Sidny (26 anos) - veio do Sport
Laterais Esquerdo
Anderson Santana (24 anos) - veio do Linhares-ES
Michel (28 anos) - veio do Atlético-PR
Volantes
Johnny (24 anos) - veio do Vasco da Gama
Dudu Araxá (22 anos) - veio do Ipatinga
Derley (22 anos) - veio do Internacional
Marquinhos (20 anos) - Veio da base do Náutico
Meias
Ailton (24 anos) - veio do Central (Revelado pelo Náutico)
Dinda (20 anos) - veio da base do Náutico
Atacantes
Carlinhos Bala (29 anos) - veio do Sport (Revelado pelo Santa Cruz)
Anderson Lessa (20 anos) - veio da base do Náutico
Gilmar (25 anos) - veio do Yokohama-Japão
Kuki (38 anos) -veio do Chombuck-Coreia
Acosta (34 anos) - veio do Corinthians
SPORT
Goleiros
Magrão (32 anos) - veio do Rio Branco-SP
Kléber (26 anos) - veio do Atlético-PR
Zagueiros
Durval (29 anos) - veio do Atlético-PR
Igor (29 anos) - veio do Botafogo-RJ
César (29 anos) - veio do Figueirense
Juliano (28 anos) - veio do São Luiz-RS
Elias (21 anos) - veio das divisões de base do Sport
Lateral Direito
Élder Granja (27 anos) - veio do Atlético-MG
Moacir (23 anos) - veio do Central
Lateral Esquerdo
Dutra (35 anos) - veio do Yokohama-Japão
Bruno Teles (23 anos) - veio da Portuguesa
Volantes
Hamilton (29 anos) - veio do Náutico
Andrade (27 anos) - veio do Cádiz-Espanha
Sandro Goiano (35 anos) - veio do Grêmio
Dudé (22 anos) - veio do Picos-PI
Renan (23 anos) - veio do Celta de Vigo-Espanha
Fabiano (31 anos) - veio do Atlético-MG
Meias
Luciano Henrique (30 anos) - veio do Internacional
Fumagalli (31 anos) - veio do Al Rayyan-QAT
Eduardo (22 anos) - veio do Atlético-PR
Atacantes
Ciro (20 anos) - veio da base do Sport
Guto (21 anos) - veio do Internacional
Vandinho (22 anos) - veio do Flamengo
Arce (24 anos) - veio do Al-Arabi - Catar
Wilson (24 anos) - veio do Genoa-Itália
segunda-feira, 27 de julho de 2009
O vai e vem dos treinadores
Devido ao início ruim dos três grandes clubes do Estado no campeonato nacional, a mudança no comandante técnico das equipes foi inevitável. Capengando na zona de rebaixamento da série A, Náutico e Sport já mudaram de treinador por três vezes cada. O Timbu iniciou bem a competição sob o comando de Waldemar Lemos, no entanto perdeu o técnico para o Atlético Paranaense. O novo contratado do Alvirrubro foi Márcio Bittencourt, que havia feito um bom Campeonato Pernambucano pelo Santa Cruz. Mas o aproveitamento de Bittencourt nos Aflitos foi zero. Cinco jogos, cinco derrotas e a demissão. O time que estava entre os cinco melhores do campeonato acabou ficando na lanterna do certame. O terceiro contratado para a disputa foi Geninho, que permanece no cargo.
No Sport não está nada diferente. O Rubro-Negro até a eliminação na Libertadores da América parecia um time equilibrado. Nelsinho Baptista comandava a equipe respaldado de títulos importantes, uma Copa do Brasil (2008) e dois Campeonatos Pernambucanos (2008 e 2009). Preocupado com o Brasileiro, o treinador pediu reforços, porém os pedidos não foram atendidos pela diretoria. Teve início os maus resultados. Uma discussão entre Batista e o jogador Paulo Baier acabou sendo a gota d’água para que o técnico pedisse demissão do clube. Com a saída de Batista, a diretoria traz Émerson Leão, que teve duas importantes passagens pelo time da Ilha do Retiro. O autoritarismo e arrogância do treinador, aliados aos resultados ruins da equipe acabaram fazendo com que Leão durasse menos de dois meses no comando do Sport. Um novo treinador está sendo procurado pelos cartolas Rubro Negros.
A situação do Santa Cruz parece ainda ser pior do que a de Náutico e Sport. Amargando uma série D, o Tricolor para economizar acabou não ficando com Márcio Bittencourt e contratou um treinador no início de carreira, Sérgio China. A primeira partida na competição deu a impressão que o Santa não teria dificuldades de passar na primeira fase, com um 3x0 no CSA, em Alagoas. No entanto, a segunda partida, contra o Central, diante de mais de 50 mil pessoas no Arruda, acabou com um empate em 2x2. Mesmo assim, o bom resultado em Alagoas dava confiança na torcida coral. No terceiro jogo o Santa conhece a primeira derrota contra o Sergipe, em Aracajú, 1x0. Na quarta rodada, quando o Santa não podia pensar em outro resultado que não fosse a vitória, o Sergipe vence o Tricolor dentro do Arruda, por 2x1. Sérgio China cai, e Márcio Bittencourt, que havia sido demitido do Náutico volta ao comando do Mais Querido. As mudanças no comando técnico dos três times foram feitas, vamos esperar para ver se vão surtir efeito.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Clássico dos Clássicos centenário
A situação atual de Náutico e Sport no Campeonato Brasileiro de 2009 não é das melhores, no entanto a má fase dos clubes será esquecida durante esta semana. Isso porque Alvirrubros e Rubro-Negros estão completando um século de Clássico dos Clássicos. No dia 25 de julho de 1909 Timbu e Leão faziam o primeiro duelo e iniciariam a construção de uma rivalidade que dura 100 anos. Nesse data, o Náutico entrava com um time em campo pela primeira vez. A estréia deu sorte ao Timbu dos Aflitos, que venceu o Leão da Ilha do Retiro por 3 x 1. A partida foi realizada no campo do British Club, por trás do que hoje é o Museu do Estado, na Avenida Rui Barbosa. O público do jogo foi estimado de 3 mil pessoas.O duelo entre rubro-negros e alvirrubros é o 3° mais velho do Brasil, ficando atrás apenas do Clássico Vovô entre os cariocas Fluminense e Botafogo, que jogaram em 22 de outubro de 1905) e de Grêmio e Internacional, o Gre-Nal, cuja partida foi apenas uma semana antes do clássico pernambucano. Em um século de história do Clássico dos Clássicos aconteceram 491 partidas. Entre esses jogos, finais de campeonatos que premiaram os clubes com títulos e marcaram a carreira de jogadores de ambas as equipes.
Os gols, a data, os jogadores, o local da partida são sempre lembrados por torcedores alvirrubros e rubro-negros que viveram uma determinada época do Clássico dos Clássicos. Partidas memoráveis que não saem da cabeça daqueles que presenciaram nas arquibancadas o duelo, fazendo parte da história de um confronto secular. O torcedor mais novo do Náutico nunca vai esquecer do gol de falta feito por Adilson, na Ilha do Retiro, contra o Sport, no Campeonato Pernambucano de 2001. O golaço foi decisivo para que o Time de Rosa e Silva evitasse o hexa campeonato do Leão. Por falar em hexa, o título mais festejado até hoje pela torcida alvirrubra, foi conquistado em cima do Sport. O gol do título veio na prorrogação da terceira partida da final de 1968. O autor do gol foi Ramos.
Mas, conquistas importantes do Leão vieram em partidas contra o Timbu. Em 1991 e 1992, o Rubro-Negro conquistava a hegemonia do Estado sendo bicampeão vencendo o Alvirrubro na final nos dois anos. O artilheiro Hélio, na época, acabou virando o carrasco do Náutico. Voltando um pouco no tempo, na década de 70, um título do Sport em cima do Náutico é lembrado até hoje por causa da dramaticidade do jogo final. O Leão levantou o caneco do campeonato de 77 com um gol marcado por Mauro, no 2° tempo da prorrogação, no terceiro jogo da final. Náutico x Sport muito mais do que um duelo de gigantes, um Clássico marcado por tradição e rivalidade que faz parte da história do futebol nacional.
Clássico dos Clássicos

491jogos
192 vitórias do Sport
192 vitórias do Sport
165 vitórias do Náutico
133 empates
1 jogo de placar desconhecido (disputado em 29 de março de 1931, mas sem registro nos jornais dos dias seguintes)
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Começa o Campeonato Pernambucano de Futsal 2009
Já começou a competição mais disputada de futebol de salão do Estado. O Campeonato Pernambucano de Futsal 2009 está dividido em dois grupos (A e B) e será disputado em dois turnos com jogos de ida e volta. O torneio teve início no dia 11 de julho e está previsto para terminar no dia 19 de setembro. Os dois melhores classificados de cada chave irão disputar uma semifinal com jogos de ida e volta. O 1° colocado do grupo A enfrenta o 2° colocado da chave B. Já o 1º colocado do grupo B encara o 2º colocado da chave A. O atual Campeão Pernambucano de Futsal é a Faculdade Maurício de Nassau, que venceu o Tigre/ Natto em uma final dramática, nos pênaltis, realizada em Caruaru.
Grupo A
Tigre/Natto - Garanhuns
Sport
Ribeirão
Condado
Cortês
Grupo B
Santa Cruz
ABF - Bezerros
Cabeça de Touro - São Lourenço
AOSS/PMPE
Clima Cred - Jaboatão
Mais detalhes sobre o Campeonato no site: http://www.futsalpe.com.br/
domingo, 19 de julho de 2009
Como estão os tetras campeões do mundo
Exatamente 15 anos depois da conquista da Copa do Mundo dos Estados Unidos, os atletas brasileiros campeões do torneio, em sua maioria, ainda trabalham em áreas ligadas ao futebol: showbol, técnicos de clubes, empresários e dirigentes de times de futebol. As únicas exceções à regra ficam para dois jogadores, que ainda atuam no futebol profissional: Ronaldo (Corinthians) e Cafu (sem clube) - ver boxe abaixo. Aldair, que já atuou no showbol, se aposentou recentemente e vive na Itália.No showbol (espécie de futebol disputado dentro de um ginásio, em dimensões menores), o precursor é Ricardo Rocha, ex-zagueiro que integrou o elenco campeão em 1994. Ricardo também é o técnico da seleção brasileira.No selecionado nacional, Ricardo já comandou jogadores de renome no futebol nacional. Dentre eles, sete estavam no time tetracampeão em 1994: Zetti, Aldair, Dunga, Paulo Sergio, Muller, Bebeto e Marcio Santos.
Dunga, inclusive, é um dos exemplos mais bem sucedidos entre a lista de jogadores de 1994 que decidiram ingressar na carreira de treinador de futebol. Ele é o atual comandante da seleção brasileira, e disse ver algumas semelhanças entre o time de 1994 e o atual. "Aquela seleção tinha uma personalidade muito forte. Por isso senti que em alguma coisa ela é parecida com essa seleção, que tem personalidade, sabe o grande momento e quer fazer história. Aliás, eles já estão fazendo", disse, em entrevista recente.
Outro exemplo curioso de ser citado é o do ex-atacante Romário, que encerrou a carreira no final de 2007 sem fazer nenhuma partida de despedida e, antes de parar, exerceu o cargo de 'treinador-jogador' do Vasco. O artilheiro da seleção brasileira em 1994, agora, atua como parceiro do América-RJ, clube de coração do seu pai já falecido. Romário tem trazido jogadores e patrocinadores para tentar reerguer a equipe carioca.
Entre os campeões de 1994, alguns resolveram optar por atuar em duas ou mais áreas. Esse é o caso de Paulo Sérgio, que concilia as funções de técnico e dirigente - atualmente, porém, ele não treina nenhuma equipe. "Atualmente não estou dirigindo nenhum clube. No momento optei pela carreira como treinador, mas ainda tenho planos de voltar a trabalhar como dirigente", disse Paulo Sérgio, que foi durante três anos vice-presidente da Federação Paulista de Futebol, assumindo interinamente a função de presidente da FPF em duas ocasiões.
O exemplo mais 'incomum' dos campeões de 1994 é o do ex-volante Mauro Silva, que atua como empresário do ramo imobiliário, prestando assessoria para empresas da Espanha. "Não tinha como idéia ser agente de jogadores, mas sim prestar consultoria aos clubes da Europa. Só que não fiquei restrito ao futebol. Com o network que conquistei na Espanha, migrei pra outras áreas. Em função da estabilidade da economia brasileira, foquei na parte imobiliária e virei sócio da incorporadora", conta.
Reportagem da UOL.
domingo, 12 de julho de 2009
A torcida tricolor é um espetáculo
A torcida mais sofrida do Brasil, no entanto, a mais fiel. Torcedores que se vestem de vermelho, preto e branco e demonstram todo amor que sentem pelo Santa Cruz, independente da situação em que o clube encontra-se. Uma nação simplesmente apaixonada. Bem maior do que o mundão do Arruda. Há anos a família tricolor mostra ser de time grande, de um clube de tradição, porém não é correspondida. E ainda tem gente que diz que a fiel é do Corinthians. Procuro em todo o país fidelidade maior do que a torcida coral. Posso até chamar de Fé. Fé que um dia seja retribuida.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Futebol nordestino sofre com a discriminação
Discriminação. Uma palavra polêmica e que é vivenciada com frequência no dia-a-dia das pessoas. Seja no trabalho, nas instituições de ensino (públicas ou particulares), até dentro do ambiente familiar e, claro, no futebol. O último, ponto onde queria chegar, não que a discriminação seja expressada com mais intensidade no futebol, mas porque os casos se tornam públicos por se tratar do esporte mais popular do país e do mundo. Quantas vezes, nós, torcedores de clubes nordestinos, somos agredidos pela mídia sulista. Isso acontece a cada transmissão de uma partida envolvendo um time do nordeste contra uma equipe do eixo Rio-São Paulo.
A imparcialidade, discutida com frequência nas faculdades de jornalismo, parece ser esquecida por narradores, comentaristas e repórteres, com raríssimas exceções, durante as partidas. A exclusão de times tradicionais do norte e nordeste do país dos principais campeonatos nacionais e feita de forma covarde. Clubes como Payssandu e Remo, ambos do estado do Pará, com torcidas enormes, foram esquecidos pelo tempo. O Bahia, que é integrante do cartel do Clube dos 13, Campeão Brasileiro de 1988, da Copa Brasil de 1950, que possui umas das maiores torcidas do nordeste, passou dois anos na série C do nacional e, atualmente, faz uma campanha para se manter na Série B do Campeonato Brasileiro.
Como esquecer de Ceará e Fortaleza. Tradicionais times do Nordeste. O primeiro não consegue fazer uma campanha de acesso à elite do futebol nacional. Há décadas joga como figurante da série B. Nem sobe e nem desce. O segundo conseguiu jogar alguns anos na primeira divisão, mas logo caiu. O maior drama dos times nordestinos é vivido pelo Santa Cruz. O Tricolor do Arruda, que tem uma torcida apaixonada, um dos maiores Estádios do país, desde 2006, quando jogou a série A do brasileiro, saiu despencando de divisão. Agora amarga uma série D.
Situação ainda pior vive os times dos estados de Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Maranhão e Piauí, que sofrem diretamente uma concorrência desleal. Muitos amantes do futebol desses estados esqueceram os clubes da terra e foram torcer por clubes da região sul e sudeste do País. São os chamados torcedores de poltrona, influenciados pela TV. Mas nada ainda está perdido. Sport, Náutico e Vitória lutam na série A do nacional. Mesmo recebendo cotas bem menores do que os chamados "Grandes Clubes". Até quando vamos ter que aceitar o monopólio do Clube dos 13, da TV Globo e da CBF? Esse é o Brasil, país do futebol e das discriminações.
A imparcialidade, discutida com frequência nas faculdades de jornalismo, parece ser esquecida por narradores, comentaristas e repórteres, com raríssimas exceções, durante as partidas. A exclusão de times tradicionais do norte e nordeste do país dos principais campeonatos nacionais e feita de forma covarde. Clubes como Payssandu e Remo, ambos do estado do Pará, com torcidas enormes, foram esquecidos pelo tempo. O Bahia, que é integrante do cartel do Clube dos 13, Campeão Brasileiro de 1988, da Copa Brasil de 1950, que possui umas das maiores torcidas do nordeste, passou dois anos na série C do nacional e, atualmente, faz uma campanha para se manter na Série B do Campeonato Brasileiro.
Como esquecer de Ceará e Fortaleza. Tradicionais times do Nordeste. O primeiro não consegue fazer uma campanha de acesso à elite do futebol nacional. Há décadas joga como figurante da série B. Nem sobe e nem desce. O segundo conseguiu jogar alguns anos na primeira divisão, mas logo caiu. O maior drama dos times nordestinos é vivido pelo Santa Cruz. O Tricolor do Arruda, que tem uma torcida apaixonada, um dos maiores Estádios do país, desde 2006, quando jogou a série A do brasileiro, saiu despencando de divisão. Agora amarga uma série D.
Situação ainda pior vive os times dos estados de Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Maranhão e Piauí, que sofrem diretamente uma concorrência desleal. Muitos amantes do futebol desses estados esqueceram os clubes da terra e foram torcer por clubes da região sul e sudeste do País. São os chamados torcedores de poltrona, influenciados pela TV. Mas nada ainda está perdido. Sport, Náutico e Vitória lutam na série A do nacional. Mesmo recebendo cotas bem menores do que os chamados "Grandes Clubes". Até quando vamos ter que aceitar o monopólio do Clube dos 13, da TV Globo e da CBF? Esse é o Brasil, país do futebol e das discriminações.
sábado, 4 de julho de 2009
Títulos de Sport, Santa Cruz e Náutico
Sport Club do Recife
1 Campeão Brasileiro: 1987
1 Campeão da Copa do Brasil: 2008
1 Campeão Brasileiro da 2ª divisão: 1990
4 Copas do Nordeste: 1994 e 2000
2 Campeão Torneio Norte/Nordeste: 1968 e 1970
38 Campeão Pernambucano: 1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1925, 1928, 1938, 1941, 1942, 1943, 1948, 1949, 1953, 1955, 1956, 1958, 1961, 1962, 1975, 1977, 1980, 1981, 1982, 1988, 1991, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2003, 2006, 2007, 2008 e 2009.
Santa Cruz Futebol Clube
3 Super Campeão Pernambucano: 1957, 1976 e 1983
1 Campeão da Taça Norte/Nordeste: 1967
1 Fita Azul do Futebol Brasileiro: 1980
24 Campeão Pernambucano: 1931, 1932, 1933, 1935, 1940, 1946, 1947, 1957, 1959, 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1976, 1978, 1979, 1983, 1986, 1987, 1990, 1993, 1995 e 2005
Clube Náutico Capibaribe
1 Campeão do Torneio Norte-Nordeste: 1952
3 Campeão da Copa Norte/Nordeste da Taça Brasil: 1965, 1966 e 1967
2 Campeão da Copa Norte da Taça Brasil: 1964 e 1965
1 Campeão da Copa dos Campeões do Norte: 1966
21 Campeão Pernambucano: 1934, 1939, 1945, 1950, 1951, 1952, 1954, 1960, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1974, 1984, 1985, 1989, 2001, 2002 e 2004
1 Campeão Brasileiro: 1987
1 Campeão da Copa do Brasil: 2008
1 Campeão Brasileiro da 2ª divisão: 1990
4 Copas do Nordeste: 1994 e 2000
2 Campeão Torneio Norte/Nordeste: 1968 e 1970
38 Campeão Pernambucano: 1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1925, 1928, 1938, 1941, 1942, 1943, 1948, 1949, 1953, 1955, 1956, 1958, 1961, 1962, 1975, 1977, 1980, 1981, 1982, 1988, 1991, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2003, 2006, 2007, 2008 e 2009.
Santa Cruz Futebol Clube
3 Super Campeão Pernambucano: 1957, 1976 e 1983
1 Campeão da Taça Norte/Nordeste: 1967
1 Fita Azul do Futebol Brasileiro: 1980
24 Campeão Pernambucano: 1931, 1932, 1933, 1935, 1940, 1946, 1947, 1957, 1959, 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1976, 1978, 1979, 1983, 1986, 1987, 1990, 1993, 1995 e 2005
Clube Náutico Capibaribe
1 Campeão do Torneio Norte-Nordeste: 1952
3 Campeão da Copa Norte/Nordeste da Taça Brasil: 1965, 1966 e 1967
2 Campeão da Copa Norte da Taça Brasil: 1964 e 1965
1 Campeão da Copa dos Campeões do Norte: 1966
21 Campeão Pernambucano: 1934, 1939, 1945, 1950, 1951, 1952, 1954, 1960, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1974, 1984, 1985, 1989, 2001, 2002 e 2004
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Ciro com a camisa da Seleção Brasileira
Nelsinho Batista fala sobre o Sport depois de sua saída
O ex-treinador do Sport, Nelsinho Baptista, fala pela primeira vez à imprensa sobre sua vitoriosa passagem pelo Leão da Ilha, e também sobre a conturbada saída do clube. A entrevista foi concedida ao site Lancenet, no programa 'Papo com Benja'. Na oportunidade, Nelsinho conta os motivos que o levaram a sair do Sport e sobre a briga com o meia Paulo Baier. Clik nos três links para acompanhar a entrevista completa.http://lancenet.com.br/multimidia/?vid=72b6131a-c34b-4c44-8759-1a630ad05b94
http://lancenet.com.br/multimidia/?vid=f84262f5-97f3-4215-8b50-86948051e4f5
http://lancenet.com.br/multimidia/?vid=c36108b4-6822-41ec-a02a-365322f1bcf8
domingo, 19 de abril de 2009
Sport é Tetra Campeão Pernambucano

Em um jogo emocionante do primeiro ao último minuto, os goleiros de Náutico e Sport brilharam e seguraram o placar de 0 a 0. Como a vantagem beneficiava o Leão, o time de Nelsinho Batista se segurou como pode até o apito final e garantiu a conquista do tetracampeonato pernambucano.
Quem pensou que a escalação de quatro zagueiros por Waldemar Lemos resultaria em um Náutico na retranca se enganou feio. Logo primeiro minuto Magrão desceu pela esquerda e encontrou Carlinhos Bala livre. O atacante quis dominar a bola e permitiu que Daniel Paulista chegasse a tempo de travar a jogada. Na pressão alvirrubra, Igor cometeu falta em Adriano Magrão perto da área. Na cobrança, Gilmar mandou na rede pelo lado de fora.
O Sport devolveu o susto com Hamilton, que chutou forte por cima do travessão. Na sequência, Wilson desceu pela esquerda e cruzou para a área, mas Vandinho não aproveitou a boa jogada. Aos 11 minutos, a torcida do Timbu pediu pênalti. Adriano Magrão disputou a bola com Durval e caiu na área. O árbitro não marcou nada. Quando o Sport tentou responder, sofreu falta. Na cobrança de Paulo Baier, Eduardo afastou o perigo de soco. O Náutico voltou a pressionar. Primeiro, Adriano Magrão girou bonito dentro da área, mas chutou prensado.
Em seguida, Wellington fez o cruzamento, mas Galiardo, mesmo com o goleiro caído no chão, mandou a bola para fora. Em uma fala de Gladstone, Dutra recuperou a posse de bola para o Leão e cruzou na cabeça de Wilson. O atacante cabeceou, e a bola passou raspando na rede pelo lado de fora. Curtindo uma de atacante, Galiardo se mandou para a frente, fez fila, mas isolou na hora da conclusão. Gilmar ainda tentou mais uma vez em cobrança de falta, sem sucesso.
Com 28 minutos, Wilson e Vandinho fizeram uma boa tabela, que parou no corte de Wellington. A jogada rubro-negra fez o time de Waldemar Lemos reagir mais uma vez. Gilmar recebeu na área e mandou uma bomba em direção ao gol de Magrão. César interceptou o lance e evitou a comemoração adversária. Cinco minutos depois, foi a vez de Daniel Paulista impedir o gol do artilheiro alvirrubro.
Sem dar chances do Leão respirar, Gladstone chutou com força de fora da área, obrigando Magrão a fazer ótima defesa e mandar para escanteio. Paulo Baier tentou mais uma vez em jogada de bola parada, mas não foi feliz. Já nos acréscimos, Hamilton surgiu no ataque, fez a finta e chutou, da entrada da área, para a defesa de Eduardo.
O Timbu voltou na segunda etapa Gilmar tentou pegar de primeira, mas não acertou o tempo da bola e pegou fraco, facilitando para Magrão. Instantes depois, Gilmar, de novo, tentou dar o drible da vaca e caiu sozinho na área. Com 4 minutos, Moacir foi puxado na área, mas o árbitro mandou seguir. Logo depois, Wilson chegou com perigo, mas foi pego em impedimento. Mais pressão rubro-negra: Paulo Baier jogou a bola na área, mas Eduardo se antecipou e evitou a conclusão de Ciro, que entrou no lugar de Vandinho.
O Náutico respondeu com Galiardo. O volante passou por dois jogadores, mas pecou na hora de finalizar. No contra-ataque, Wilson parou nas mãos do goleiro alvirrubro. Hamilton voltou a oferecer perigo segundos depois, porém seu chute desviou na zaga. Ciro ainda teve a sua chance, mas Vagner se esticou a tempo de evitar a comemoração do xodó rubro-negro. Leão segura a vantagem até o fim e garante o tetra
Empolgado com o bom momento, Wilson chutou de fora da área, mas a bola explodiu na zaga do Timbu. Um minuto depois, Ciro girou bonito e obrigou Eduardo a fazer milagre. Aos 26, foi a vez de Paulo Baier arriscar de longe e mandar por cima do travessão. Galiardo ainda tentou mais uma vez antes de ser substituído por Kuki.
Empolgado com o bom momento, Wilson chutou de fora da área, mas a bola explodiu na zaga do Timbu. Um minuto depois, Ciro girou bonito e obrigou Eduardo a fazer milagre. Aos 26, foi a vez de Paulo Baier arriscar de longe e mandar por cima do travessão. Galiardo ainda tentou mais uma vez antes de ser substituído por Kuki.
Na base do tudo ou nada, até Eduardo se mandou para a área do Sport. González cobrou falta, mas ninguém aproveitou a cobrança. Segurando a posse de bola, o Rubro-Negro administrou a vantagem até o apito final. A torcida do Leão incendiou os Aflitos aos gritos de “Sport tetracampeão Pernambucano”.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Não pode vacilar
No sábado, com moral na Libertadores da América, líder do grupo 1, o Leão recebe o Carcará, na Ilha do Retiro, pelo pernambucano. O Sport deve colocar um time misto em campo. O Salgueiro tenta surpreender. Não precisa dizer quem é o favorito.No domingo, depois de ser eliminado da Copa do Brasil, o Santa foca todas as atenções no estadual. No Arruda, o tricolor terá o Porto pela frente. O time de Caruaru venceu os Corais, no primeiro turno da competição, por 4x0. A situação agora é diferente. Em casa, o Santa é forte.
Recuperação. A palavra define a meta do Central no campeonato estadual. A Patativa tomou de 4x1, na última rodada para o Carcará, empatou em casa no meio de semana pela Copa do Brasil com o Ceará e precisa vencer no pernambucano. O adversário é o Petrolina que até agora foi saco de pancada.
No Otávio Limeira Alves, o jogo entre Ipiranga e Cabense poderá ser marcado pelo equilíbrio, assim como aconteceu no primeiro turno quando o time do Cabo venceu a Máquina de Costura com um vitória simples no último minuto. As duas equipes caíram de rendimento na competição.
O Sete de Setembro vai tentar conquistar sua primeira vitória no segundo turno do certame. O adversário é o Vitória. Jogando no Gigante do Agreste acredito que o Lobo Guará vence o confronto. O Tricolor das Tabocas vem capengando na competição desde o início.
De olho em papar o segundo turno, o Náutico não pode pensar em outro resultado que não seja a vitória contra o fraco Serrano. Nos Aflitos, depois de um bom empate fora de casa pela Copa do Brasil, o Timbu é franco favorito contra o Jumento. O alvirrubro ainda tem condições de encrencar o campeonato para o Sport, que vai ficar focado na Libertadores.
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